De Cury (CURY3) a Natura (NTCO3): as ações que mais ganharam e perderam no Ibovespa nesta semana
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há 4 dias
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Bolsa brasileira recupera fôlego com alívio geopolítico, privatização bilionária da Copasa e expectativa de manutenção dos juros no Brasil e nos EUA The post De Cury (CURY3) a Natura (NTCO3): as ações que mais ganharam e perderam no Ibovespa nesta semana appeared first on Seu Dinheiro.
O Ibovespa encerrou a semana em alta e interrompeu a sequência de perdas que vinha acumulando nas últimas sessões, em meio ao alívio das tensões geopolíticas no exterior. O principal índice da bolsa brasileira avançou 1,25% no acumulado da semana e fechou a sexta-feira (12) aos 171.132,66 pontos. Já o dólar à vista terminou cotado a R$ 5,0615, com queda de 1,86% no período. No mercado doméstico, o noticiário corporativo esteve entre os destaques. A privatização da Copasa (CSMG3) movimentou R$ 8,3 bilhões considerando o lote principal, tornando-se a segunda maior operação do setor de saneamento realizada em bolsa no Brasil. O recorde segue com a privatização da Sabesp, em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões. As ações da companhia foram precificadas a R$ 49,303 por papel, acima do valor mínimo de R$ 47,23 estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Eleições e inflação seguem no radar O cenário eleitoral também continuou no foco dos investidores após a divulgação de uma nova pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026. O levantamento Genial/Quaest mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno. Lula alcançou 44% das intenções de voto, ante 42% na pesquisa de maio, enquanto Flávio recuou de 41% para 38%. Na agenda econômica, o destaque ficou com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A inflação oficial do país avançou 0,58% em maio, desacelerando em relação à alta de 0,67% registrada em abril. Em 12 meses, o IPCA acumula avanço de 4,72%, acima da meta de 3% perseguida pelo Banco Central, que conta com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Após a divulgação dos dados, os investidores mantiveram as apostas de manutenção da Selic em 14,50% ao ano na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Perto do fechamento do mercado, a curva de juros futuros indicava 68% de probabilidade de estabilidade da taxa básica na decisão marcada para 17 de junho. Leia também — Alerta no IPCA: como o El Niño e o conflito no Oriente Médio mexeram com as projeções do BTG para inflação, juros e PIB do Brasil Nos Estados Unidos, o mercado também reforçou a expectativa de que o Federal Reserve (Fed) manterá os juros inalterados na próxima reunião. A ferramenta FedWatch, do CME Group, apontava 98,6% de probabilidade de manutenção da taxa na faixa entre 3,50% e 3,75% na decisão da próxima quarta-feira (17). Expectativa de acordo entre EUA e Irã derruba petróleo O apetite por risco ganhou força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar na quinta-feira (11) o avanço das negociações para um acordo de paz com o Irã e cancelar novos ataques que estavam sendo planejados contra o país. Segundo Trump, os termos finais das negociações foram aprovados por Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e outros países. A expectativa é de que o memorando entre Estados Unidos e Irã seja assinado neste domingo (14). A perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio pressionou os preços do petróleo. O contrato mais líquido do Brent para agosto, referência internacional da commodity, caiu 6,19% na semana e encerrou a última sessão cotado a US$ 87,33 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Cury lidera ganhos; Natura fica na lanterna Entre os destaques positivos do Ibovespa, a Cury (CURY3) registrou a maior valorização da semana após uma revisão positiva do Santander. Na terça-feira (9), o banco elevou o preço-alvo das ações da companhia para o fim de 2026, de R$ 49 para R$ 52, e passou a considerar a construtora sua principal escolha no setor. Em relatório, o Santander destacou fatores como o aumento dos lançamentos, os reajustes nos preços dos imóveis, o reconhecimento de receitas acima do esperado e a diluição das despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A). As altas e quedas do Ibovespa na semana Confira as maiores altas entre os dias 8 e 12 de junho: CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANALCURY3Cury ON11,88%DIRR3Direcional ON8,83%CYRE3Cyrela ON7,72%BBSE3BB Seguridade ON7,01%CXSE3Caixa Seguridade ON5,86%PSSA3Porto ON5,61%ITUB4Itaú Unibanco PN4,56%VIVA3Vivara ON4,46%EGIE3Engie ON4,39%HAPV3Hapvida ON4,20%Fonte: B3 Na ponta oposta, a Natura (NATU3) liderou as perdas do índice ao longo da semana. Apesar do desempenho negativo no período, as ações da companhia ainda acumulam valorização de 14,9% no ano. Veja as maiores quedas da semana: CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANALNATU3Natura ON-11,93%TOTS3Totvs ON-9,97%MRVE3MRV ON-7,50%CSAN3Cosan ON-6,96%ASAI3Assaí ON-6,03%RAIL3Rumo ON-4,16%USIM5Usiminas PNA-4,07%MGLU3Magazine Luiza ON-4,04%SLCE3SLC Agrícola-3,78%CEAB3C&A Modas ON-3,61%Fonte: B3 *Com informações do Money Times The post De Cury (CURY3) a Natura (NTCO3): as ações que mais ganharam e perderam no Ibovespa nesta semana appeared first on Seu Dinheiro.
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